Monarco, o último membro original da velha-guarda da Portela, faleceu aos 88 anos

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    Vários artistas falaram sobre o ocorrido em suas redes sociais. Marisa Monte falou que Monarco foi testemunha viva da história do samba e disse que, sempre que se queria saber algo sobre os bambas (gíria do universo do samba utilizada para se referir aos grandes sambistas), se recorria ao Monarco. 

    Natural de Cavalcanti, mas praticamente criado em Nova Iguaçu, Hildemar Diniz, o Monarco, começou sua carreira musical, de fato, em 1970 e produziu 16 discos ao longo de seus 88 anos de vida. Seu último disco inclusive é de 2018, leva o nome “De todos os tempos” e foi indicado ao Grammy Latino de melhor álbum de samba ou pagode. O baluarte da Portela também já gravou músicas de Paulo da Portela e Francisco Santana e teve duas canções que ficaram muito marcadas na voz de Zeca Pagodinho. A mais marcante é “vai vadiar”. 

    Zeca, inclusive, está entre os artistas que lamentaram a morte de Monarco. O sambista disse: “Perdemos Monarco, dia de luto no Brasil e no mundo do samba. Que o mestre descanse em paz.” O dançarino e coreógrafo Carlinhos de Jesus também está entre os artistas que se pronunciaram e inclusive postou fotos ao lado do presidente de honra da Portela. Veja uma delas abaixo:


    Carlinhos de Jesus e Monarco posam para fotografia. (Foto: Reprodução/Instagram).


    O velório de Monarco ficou marcado de ocorrer a partir das 11:00 do dia de hoje (12) na quadra da “Majestade do Samba” e o enterro teve como local escolhido o Cemitério de Inhaúma.

    Foto destaque: Monarco acena e sorri em carro alegórico da Portela. Reprodução/Instagram.

     





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