{"id":5270,"date":"2021-11-16T20:00:01","date_gmt":"2021-11-16T23:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/fmkerigma.com.br\/e-o-momento-de-retirar-as-mascaras\/"},"modified":"2021-11-16T20:00:01","modified_gmt":"2021-11-16T23:00:01","slug":"e-o-momento-de-retirar-as-mascaras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fmkerigma.com.br\/kerigma\/e-o-momento-de-retirar-as-mascaras\/","title":{"rendered":"\u00c9 o momento de retirar as m\u00e1scaras?"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p dir=\"ltr\" id=\"docs-internal-guid-bd14b071-7fff-aeba-d2a1-3e81434e3af7\"><span class=\"nzn-article-eye\">A resposta nua e crua a essa pergunta \u00e9: n\u00e3o. Se o t\u00edtulo desse artigo fosse \u201c\u00c9 o momento de flexibilizar o uso de m\u00e1scaras?\u201d, a resposta seria: podemos discutir.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Primeiramente vamos entender qual foi o impacto do uso de m\u00e1scaras. Do ponto de vista te\u00f3rico, as m\u00e1scaras visam minimizar o n\u00famero de part\u00edculas virais exaladas por quem a est\u00e1 utilizando e diminuir a exposi\u00e7\u00e3o a part\u00edculas que eventualmente est\u00e3o no ambiente. Se essas condi\u00e7\u00f5es se cumprirem efetivamente, as m\u00e1scaras reduzem a probabilidade de infec\u00e7\u00e3o durante uma exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A teoria faz todo sentido, pois j\u00e1 h\u00e1 alto n\u00edvel de evid\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o gerada para outros v\u00edrus respirat\u00f3rios, como o influenza, em ambientes de alto risco como hospitais. A quest\u00e3o que pairou no ar por um tempo foi: ser\u00e1 que essa regra se aplica ao SARS-CoV-2 e em escala populacional? E qual \u00e9 o impacto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00e1scaras de tecido? Inicialmente estudos observacionais, em seguida, estudos de coorte e, finalmente, estudos prospectivos, randomizados e populacionais atestaram o benef\u00edcio do uso de m\u00e1scaras.<\/p>\n<h2>Estudos comprovam a efic\u00e1cia das m\u00e1scara<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">O <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.poverty-action.org\/sites\/default\/files\/publications\/Mask_Second_Stage_Paper_20211108.pdf.pdf\" rel=\"noopener\">maior estudo realizado<\/a> at\u00e9 o momento que praticamente encerrou o assunto ocorreu em Bangladesh, com mais de 340 mil indiv\u00edduos, em 600 diferentes comunidades. Em 300 n\u00e3o foi realizado nenhum tipo de campanha ou est\u00edmulo al\u00e9m do habitual do ponto de vista de estrat\u00e9gia nacional ou local em rela\u00e7\u00e3o ao uso de m\u00e1scaras. Em 200, al\u00e9m de uma estrat\u00e9gia intensificada de est\u00edmulo, foram distribu\u00eddas m\u00e1scaras cir\u00fargicas, enquanto que a popula\u00e7\u00e3o das outras 100 comunidades receberam m\u00e1scaras de tecido al\u00e9m dos est\u00edmulos intensificados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os resultados obtidos, as comunidades que receberam as m\u00e1scaras e est\u00edmulos intensificados ao seu uso utilizaram efetivamente 3x mais comparado \u00e0s 300 comunidades controle (42% x 13%). Essas mesmas comunidades tiveram menos casos sintom\u00e1ticos de COVID-19 comparado ao grupo controle, com queda de 11% dos casos nas comunidades que usaram m\u00e1scaras cir\u00fargicas e de 5% nas comunidades que utilizaram m\u00e1scaras de tecido (nesse caso sem signific\u00e2ncia estat\u00edstica). H\u00e1 sim limita\u00e7\u00f5es, mas que n\u00e3o comprometem as conclus\u00f5es gerais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por outro lado, n\u00e3o se pode afastar a possibilidade de amplia\u00e7\u00e3o do efeito em um cen\u00e1rio de maior ades\u00e3o ao uso de m\u00e1scaras. Assim sendo, dados os bons resultados obtidos somadas \u00e0s grandes dificuldades para esse tipo de avalia\u00e7\u00e3o, muitos epidemiologistas consideram essa quest\u00e3o praticamente encerrada. Se por um lado \u00e9 acalentador saber que acertamos ao rapidamente estimular o uso populacional de m\u00e1scaras, por outro, \u00e9 constrangedor que n\u00e3o se ter estimulado mais o uso de m\u00e1scaras cir\u00fargicas ou PFF2 como preferenciais sobre as m\u00e1scaras de tecido, apesar destas serem provavelmente um pouco superiores \u00e0 n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de nenhuma m\u00e1scara.<\/p>\n<p><span class=\"img-fc\" data-fonte=\"Shutterstock \" data-fonte-url=\"https:\/\/www.shutterstock.com\"><img class=\"lazyload p402_hide\" data-sizes=\"auto\" src=\"https:\/\/img.ibxk.com.br\/2021\/11\/16\/covid-19-mascaras-16143749191357.jpg?ims=328x\" srcset=\"https:\/\/img.ibxk.com.br\/2021\/11\/16\/covid-19-mascaras-16143749191357.jpg?ims=328x 328w, https:\/\/img.ibxk.com.br\/2021\/11\/16\/covid-19-mascaras-16143749191357.jpg?ims=380x 380w, https:\/\/img.ibxk.com.br\/2021\/11\/16\/covid-19-mascaras-16143749191357.jpg?ims=528x 528w, https:\/\/img.ibxk.com.br\/2021\/11\/16\/covid-19-mascaras-16143749191357.jpg?ims=704x 704w\" alt=\"Covid-19 masc\u00e1ras\"\/><span class=\"desc\">Fonte: <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.shutterstock.com\" rel=\"noopener\">Shutterstock <\/a><\/span><\/span><\/p>\n<h2 dir=\"ltr\">De olho nas vari\u00e1veis<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Bem, sabendo do benef\u00edcio gerado pelo est\u00edmulo ao uso de m\u00e1scaras, por que se cogita a flexibiliza\u00e7\u00e3o ao uso delas? A discuss\u00e3o come\u00e7a a ficar um pouco mais complexa daqui em diante. A transmissibilidade populacional do v\u00edrus depende de 4 vari\u00e1veis principais:<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>1.<\/strong> Dura\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de transmissibilidade;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>2.<\/strong> Oportunidade: n\u00famero de intera\u00e7\u00f5es entre indiv\u00edduo transmissores com suscept\u00edveis;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>3.<\/strong> Probabilidade de transmiss\u00e3o, dado que ocorra intera\u00e7\u00e3o entre um transmissor e suscept\u00edveis;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>4.<\/strong> Susceptibilidade populacional: definida pela imunidade gerada pela infec\u00e7\u00e3o, vacina\u00e7\u00e3o e h\u00edbrida (infec\u00e7\u00e3o + vacina\u00e7\u00e3o), assim como a queda de cada uma dessas imunidades ao longo do tempo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O uso de m\u00e1scaras atua positivamente na vari\u00e1vel 3. A transmissibilidade efetiva, conhecida por Rt \u00e9 resultante de uma equa\u00e7\u00e3o entre essas vari\u00e1veis. Se o Rt estiver abaixo de 1, a tend\u00eancia \u00e9 de queda no n\u00famero de casos. Se o Rt estiver acima de 1, a tend\u00eancia \u00e9 de eleva\u00e7\u00e3o. \u00c9 o comportamento dessa din\u00e2mica que define as ondas epidemiol\u00f3gicas que vivenciamos at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao longo do tempo, o peso de cada uma dessas vari\u00e1veis na equa\u00e7\u00e3o vai mudando. Enquanto que no in\u00edcio da pandemia praticamente n\u00e3o havia imunidade populacional, ou seja, quase todos eram suscept\u00edveis, nesse momento temos uma propor\u00e7\u00e3o muito significativa de pessoas que j\u00e1 contra\u00edram a infec\u00e7\u00e3o ou j\u00e1 receberam a vacina. Estima-se que entre 57 e 77% da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 tenha contra\u00eddo o v\u00edrus de acordo com o Institute of <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.healthdata.org\/sites\/default\/files\/files\/Projects\/COVID\/2021\/135_briefing_Brazil_39.pdf\" rel=\"noopener\">Health Metrics and Evaluation<\/a>, vinculada \u00e0 Universidade de Washington e a modelagem matem\u00e1tica baseado na an\u00e1lise de excesso de \u00f3bitos do jornal <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.economist.com\/graphic-detail\/coronavirus-excess-deaths-estimates\" rel=\"noopener\">The Economist<\/a>. Ao passo que 58% da popula\u00e7\u00e3o brasileira j\u00e1 est\u00e1 plenamente vacinada. Uma fra\u00e7\u00e3o muito consider\u00e1vel desses, tiveram COVID-19 previamente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Claro que muitos dos que tiveram infec\u00e7\u00e3o n\u00e3o sabem disso, visto que muitos casos leves e assintom\u00e1ticos n\u00e3o fizeram diagn\u00f3stico. Estima-se que 80 a 87% dos casos n\u00e3o s\u00e3o notificados no Brasil. Isso explica porque, apesar das flexibiliza\u00e7\u00f5es da mobilidade, abertura de setores como comerciais e escolas nos \u00faltimos meses, n\u00e3o houve revers\u00e3o do cen\u00e1rio de queda que estamos vivenciando. Isso significa que, no in\u00edcio, com muitos suscept\u00edveis, as interven\u00e7\u00f5es em outras vari\u00e1veis eram fundamentais para evitar o colapso do sistema de sa\u00fade e uma cat\u00e1strofe humanit\u00e1ria. Hoje, com aumento substancial da imunidade populacional, n\u00e3o h\u00e1 porque ser t\u00e3o rigoroso assim em a\u00e7\u00f5es que possuem sim efeitos colaterais. Ou seja, o balan\u00e7o entre risco x benef\u00edcio vai mudando ao longo do tempo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esse mesmo racioc\u00ednio pode ser feito em rela\u00e7\u00e3o ao uso das m\u00e1scaras. \u00c9 poss\u00edvel que essa vari\u00e1vel n\u00e3o seja hoje t\u00e3o relevante quanto j\u00e1 foi no decorrer da pandemia. Mas h\u00e1 uma grande diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a essa estrat\u00e9gia comparada \u00e0s outras interven\u00e7\u00f5es n\u00e3o farmacol\u00f3gicas. O uso de m\u00e1scaras tem efeitos colaterais marginais. \u00c9 muito diferente de fechar o com\u00e9rcio ou as escolas, que trazem danos econ\u00f4micos e sociais. A m\u00e1scara gera algum desconforto para quem a utiliza (principalmente quem usa \u00f3culos).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Pode atrapalhar o indiv\u00edduo que depende de leitura labial. Mas temos que concordar que n\u00e3o s\u00e3o danos coletivos significativos e contorn\u00e1veis no aspecto individual. Al\u00e9m disso, h\u00e1 outro ponto a ser considerado. Aquele mesmo estudo que comentei, realizado em Bangladesh, concluiu que as comunidades que tiveram maior ades\u00e3o ao uso de m\u00e1scaras tiveram tamb\u00e9m maior ades\u00e3o ao distanciamento f\u00edsico comparado ao grupo controle. Isso mostra que h\u00e1 ganhos secund\u00e1rios positivos, contr\u00e1rio \u00e0s cren\u00e7as de compensa\u00e7\u00e3o de risco por quem usa m\u00e1scaras. Portanto, mesmo que tenhamos condi\u00e7\u00f5es de manter a pandemia sob controle sem a estrat\u00e9gia de est\u00edmulo ao uso de m\u00e1scaras, ningu\u00e9m tem certeza disso.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E outro aspecto relevante \u00e9 que h\u00e1 muito poucos efeitos colaterais ao seu uso. Nesse cen\u00e1rio, \u00e9 normal que tenhamos diferentes opini\u00f5es sobre o assunto, sem que haja necessariamente um lado correto e outro errado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">H\u00e1 um meio termo? Sim. Assim como foi feito com as demais interven\u00e7\u00f5es n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, h\u00e1 como realizar um downgrade de forma progressiva, iniciando a flexibiliza\u00e7\u00e3o para os locais ou situa\u00e7\u00f5es onde seu uso provavelmente \u00e9 menos eficaz. Por exemplo, h\u00e1 uma s\u00e9rie de estudos demonstrando o baixo risco de transmiss\u00e3o em ambientes abertos (18x menor comparado a ambientes fechados). Se as m\u00e1scaras ainda exercem um efeito significativo em evitar a revers\u00e3o da tend\u00eancia de queda atual, isso se d\u00e1 principalmente pelo uso dessas em ambientes fechados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por outro lado, ser\u00e1 que se houver flexibiliza\u00e7\u00e3o ao uso de m\u00e1scaras em ambientes abertos, haver\u00e1 redu\u00e7\u00e3o da ades\u00e3o ao seu uso em ambientes fechados? Se sim, ser\u00e1 que essa redu\u00e7\u00e3o da ades\u00e3o afetar\u00e1 o cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desta forma, \u00e9 sim razo\u00e1vel abrir essa discuss\u00e3o e tra\u00e7ar um plano. Como o uso de m\u00e1scaras gera poucos efeitos colaterais, \u00e9 razo\u00e1vel que esse seja um plano em etapas, progressivo, iniciando por situa\u00e7\u00f5es e locais onde seu uso provavelmente possui menor utilidade como espa\u00e7os abertos e com distanciamento acima de 2 metros de outro indiv\u00edduo por exemplo. Al\u00e9m disso, a retirada da obrigatoriedade ao uso de m\u00e1scaras, n\u00e3o significa proibi\u00e7\u00e3o de seu uso. O fato de seu uso em espa\u00e7os abertos passar a n\u00e3o ser uma exig\u00eancia legal, n\u00e3o significa que o indiv\u00edduo que quiser manter seu uso assim o fa\u00e7a. Os gestores devem comunicar muito bem isso \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e manter os est\u00edmulos ao uso de m\u00e1scaras nos espa\u00e7os abertos. Usa quem quiser nessas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">De qualquer forma, \u00e9 cr\u00edtico que qualquer mudan\u00e7a seja monitorada atrav\u00e9s da vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica para avaliar o impacto dessas medidas, assim como seus efeitos indiretos (como a queda da ades\u00e3o das m\u00e1scaras em espa\u00e7os fechados). Al\u00e9m disso, a pandemia j\u00e1 nos mostrou e vem mostrando que precisamos estar prontos para voltar atr\u00e1s se for preciso (vide a situa\u00e7\u00e3o da Europa nesse momento). N\u00e3o podemos de forma alguma achar que a flexibiliza\u00e7\u00e3o de uma medida de conten\u00e7\u00e3o significa que vencemos a guerra. Devemos entender que o enfrentamento de uma pandemia que dura mais de 1 ano e meio exige resili\u00eancia, flexibilidade, uni\u00e3o e sabedoria para lidar com imprecis\u00e3o de dados e informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>***<\/strong><br \/><strong>Bernardo Almeida<\/strong> \u00e9 m\u00e9dico infectologista e Chief Medical Officer da Hilab, health tech que desenvolveu o Hilab, primeiro laborat\u00f3rio descentralizado usando testes laboratoriais remotos. \u00c9 m\u00e9dico especialista em infectologia pela Universidade Federal do Paran\u00e1, com resid\u00eancia m\u00e9dica em cl\u00ednica m\u00e9dica e medicina interna no Hospital de Cl\u00ednicas &#8211; UFPR e em infectologia no Hospital de Cl\u00ednicas &#8211; UFPR, mestrando da UFPR em medicina interna, \u00e1rea de doen\u00e7as Infecciosas &#8211; Epidemiologia das s\u00edndromes respirat\u00f3rias agudas graves em adultos. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de medicina, com \u00eanfase em cl\u00ednica m\u00e9dica e doen\u00e7as infecciosas e parasit\u00e1rias, e participa de grupo de pesquisa na \u00e1rea de v\u00edrus respirat\u00f3rios.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/ciencia\/228798-momento-retirar-mascaras.htm\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A resposta nua e crua a essa pergunta \u00e9: n\u00e3o. Se o t\u00edtulo desse artigo fosse \u201c\u00c9 o momento de flexibilizar o uso de m\u00e1scaras?\u201d, a resposta seria: podemos discutir. Primeiramente vamos entender qual foi o impacto do uso de m\u00e1scaras. 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