Janaína Paschoal diz que não deve seguir Bolsonaro no PL e admite querer ouvir pautas de Moro

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Deputada estadual de São Paulo, ela se diz preparada para voos maiores e pode tentar uma cadeira no Senado Federal em 2022

ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOJanaína Paschoal é deputada estadual pelo PSL

A deputada estadual de São Paulo Janaína Paschoal, em entrevista exclusiva à Jovem Pan News, disse que, muito provavelmente não vai acompanhar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na migração para o Partido Liberal (PL). A parlamentar disse que segue no PSL, embora sinta estar sem espaço. O PSL teve a fusão aprovada com o Democratas, da qual nasceu o partido União Brasil. Janaína foi questionada se apoia ou não o presidente, e a parlamentar disse defender apenas o que acredita. “Eu defendo isso porque eu acredito, porque foi o que eu aprendi e o que eu ensinei. Não é porque o presidente defende. Muitas vezes divirjo, não com o intuito de atacar o presidente, mas porque realmente divirjo. E eu sou assim com ele e serei assim com quem quer que venha a ser presidente”, disse.

A deputada também falou sobre as eleições de 2022. Ela disse ter fortes convergências com Sergio Moro (Podemos), sobretudo no combate à corrupção, mas pontuou que quer ouvir mais sobre as pautas que o ex-juiz defende. “Eu quero esperar, não só para saber sobre as liberdades de manifestação, expressão, mas sobre a proteção da vida intrauterina, que para mim é muito importante. Muita gente para ser eleita em 2018 abraçou as chamadas pautas conservadoras e eu defendo essas pautas desde criança, não foi para ser eleita. Eu quero ouvir, sim, o que ele pensa dessas pautas sobre legalização de droga, sobre a perseguição com pessoas que pensam diferente. Eu não tenho como, por mais que eu admire o ex-juiz e ex-ministro e comungue com ele da pauta anticorrupção e reconheça o trabalho dele pelo país, eu não tenho como me definir agora, antes de ouvir tudo isso, é muito cedo”, comentou. Janaína ainda afirmou que está analisando todos os arranjos e garantiu que jamais votaria ou apoiaria a esquerda. Sobre seu próprio futuro político, disse estar preparada para voos maiores e pode, inclusive, tentar uma cadeira no Senado Federal por São Paulo.

*Com informações do repórter Fernando Martins





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