Anvisa pede mais dados ao Butantan para liberação da CoronaVac em crianças

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Técnicos apontam que lacunas nas informações apresentadas ainda impedem a agência reguladora de afirmar o grau de imunidade gerado; pedido contempla a faixa etária de 3 a 17 anos

ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDONa China, sede do laboratório Sinovac, o imunizante já é aplicado em crianças com mais de três anos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu mais informações ao Instituto Butantan para avaliar a liberação do uso da Coronavac em crianças. A reunião feita nesta terça-feira, 21, contou com a participação de especialistas externos, além de representantes do instituto e da agência reguladora. Na avaliação dos técnicos da Anvisa e de pesquisadores convidados, há lacunas importantes nos dados apresentados que ainda impedem de afirmar o grau de imunidade gerado nas crianças e adolescentes. Os servidores apontaram ainda que praticamente não houve mudança em relação ao dossiê anterior, que foi indeferido em agosto. O Butantan fez o pedido para que a vacina contra a Covid-9 seja usada na faixa etária de 3 a 17 anos. Na China, sede do laboratório Sinovac, o imunizante já é aplicado em crianças com mais de três anos.

A Anvisa deve encaminhar questionamentos sobre informações que ainda não estão no processo e que impedem a conclusão da análise. Em nota, o Instituto Butantan afirmou que foram apresentados dados robustos sobre imunogenicidade e segurança do imunizante mostrando, mais uma vez, que há elementos suficientes para autorização. A entidade também agradeceu às associações que participaram da reunião, como representantes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Sociedade Brasileira de Infectologia, Sociedade Brasileira de Imunologia e Sociedade Brasileira de Pediatria.

*Com informações da repórter Nanny Cox 





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